A vida muitas vezes depende da sorte.
Não é bom que seja assim.
Posso ser eventualmente bem atendido em um hospital público e mal atendido em um particular.
O problema é que a ideologia médica da cura, transmudou-se para a teoria de manter a doença crônica.
Principalmente, por laboratórios que remediam a doença e não visam a cura.
O paciente chega ao hospital e aplica-se uma injeção e manda-se para casa.
Pouca anamnese e muita praticidade.
Amanhã este mesmo paciente vai retornar com o mesmo sintoma.
A alegação é que se trata de um atendimento emergencial.
Mas fica a pergunta.Quando será a consulta? E por fim o diagnóstico?
Quanto tempo será decorrido do primeiro evento até o fim do tratamento?
Quantas idas e vindas?
Quantas esperas?
Quantas mortes?
Nossos sistemas de saúde público e privado estão muito mal gerenciados.
Em primeiro lugar o paciente.O médico é um missionário.A medicina não foi feita para dar lucro e enriquecer.
A medicina foi criada em prol do paciente.
O médico deve ter uma vida digna.
Mas, não é um comerciante.
Ressalvo as exceções.
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