O carnaval começou! Um acontecimento que no Brasil faz parte da nossa cultura.Está enraizado nas classes populares, embora nos últimos 30 anos, tenha decrescido o carnaval de rua.
No Rio de Janeiro nas décadas passadas foi a época do confete e da serpentina.
Descambou para uma certa violência, e, hoje em dia quase que se resume ao desfile das escolas de samba.
Cada vez mais apoteóticos atraem turistas do mundo inteiro.
O carnaval de rua é maior em Salvador com os trios elétricos e o povo na rua.Milhares de turistas se deslocam para Salvador.
Recife possui um carnaval de rua bastante intenso.Muitos blocos, bailes,e o tradicional frevo, música frenética e uma dança espetacular.
O carnaval faz parte do folclore brasileiro.
Embora, existam muitas distorções, continua sendo a festa popular do Brasil.
É o resultado da nossa miscigenação e da variedade de culturas diversas espalhadas por este imenso país.
Catarse do povo a esquecer suas angústias, os problemas do dia a dia.
Enquanto dura a folia os problemas ficam de lado.
Foliões e não foliões aproveitem bem este recesso popular.E relaxem para as batalhas futuras.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
É CARNAVAL!
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
JURISPRUDÊNCIA
(DOC. LEGJUR 140.8353.0000.1100) LeaderCase
STJ. Recurso especial repetitivo. Alienação fiduciária. Consumidor. Recurso especial representativo da controvérsia. Banco. Contrato bancário. Contrato de financiamento com garantia de alienação fiduciária. Divergência. Capitalização de juros. Juros compostos. Tarifa para Abertura de Crédito - TAC e Tarifa para Emissão de Carnê - TEC. Expressa previsão contratual. Cobrança. Legitimidade. Precedentes. Financiamento do IOF. Mútuo acessório para pagamento parcelado do imposto sobre operações financeiras (IOF). Possibilidade. Med. Prov. 2.170-36/2001, art. 5º. Lei 4.595/1964, art. 4º. CTN, arts. 1�� e 2º. Dec. 4.494/2002, arts. 2º, I e 3º, § 1º, I. CF/88, art. 105, III. CPC, arts. 541 e 543-C. Lei 8.038/1990, art. 26.
«1. «A capitalização dos juros em periodicidade inferior à anual deve vir pactuada de forma expressa e clara. A previsão no contrato bancário de taxa de juros anual superior ao duodécuplo da mensal é suficiente para permitir a cobrança da taxa efetiva anual contratada» (2ª Seção, REsp 973.827/RS, julgado na forma do art. 543-C do CPC, acórdão de minha relatoria, DJe de 24.9.2012). 2. Nos termos dos arts. 4º e 9º da Lei 4.595/1964, recebida pela Constituição como (...) LEGJUR
STJ. Recurso especial repetitivo. Alienação fiduciária. Consumidor. Recurso especial representativo da controvérsia. Banco. Contrato bancário. Contrato de financiamento com garantia de alienação fiduciária. Divergência. Capitalização de juros. Juros compostos. Tarifa para Abertura de Crédito - TAC e Tarifa para Emissão de Carnê - TEC. Expressa previsão contratual. Cobrança. Legitimidade. Precedentes. Financiamento do IOF. Mútuo acessório para pagamento parcelado do imposto sobre operações financeiras (IOF). Possibilidade. Med. Prov. 2.170-36/2001, art. 5º. Lei 4.595/1964, art. 4º. CTN, arts. 1�� e 2º. Dec. 4.494/2002, arts. 2º, I e 3º, § 1º, I. CF/88, art. 105, III. CPC, arts. 541 e 543-C. Lei 8.038/1990, art. 26.
«1. «A capitalização dos juros em periodicidade inferior à anual deve vir pactuada de forma expressa e clara. A previsão no contrato bancário de taxa de juros anual superior ao duodécuplo da mensal é suficiente para permitir a cobrança da taxa efetiva anual contratada» (2ª Seção, REsp 973.827/RS, julgado na forma do art. 543-C do CPC, acórdão de minha relatoria, DJe de 24.9.2012). 2. Nos termos dos arts. 4º e 9º da Lei 4.595/1964, recebida pela Constituição como (...) LEGJUR
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
CONSULTAS GRATUITAS PROMOÇÃO.
Nosso escritório está promovendo uma série de consultas gratuitas.Nestes próximos dois meses a partir de hoje,estaremos recebendo consultas pelo e.mail rezendeadvms@yahoo.com.
Portanto, sintam-se a vontade em suas dúvidas em todos os ramos do direito.
Estaremos respondendo num prazo máximo de uma semana, exceto, se o assunto for muito complexo.
A resposta será clara e objetiva e fundamentada.
JADER REZENDE- ADVOGADO
Portanto, sintam-se a vontade em suas dúvidas em todos os ramos do direito.
Estaremos respondendo num prazo máximo de uma semana, exceto, se o assunto for muito complexo.
A resposta será clara e objetiva e fundamentada.
JADER REZENDE- ADVOGADO
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
O ADVOGADO
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
ADVOCACIA JADER DE REZENDE
JADER DE REZENDE-ADVOGADO 36 ANOS DE EXPERIÊNCIA.
ÁREAS CÍVEL-SUCESSÕES- CONSUMIDOR- IMÓVEIS.
CONSULTORIA JURÍDICA.ADVOCACIA CRIMINAL.
ADVOCACIA NO RIO DE JANEIRO E MATO GROSSO DO SUL.
CONTATO INICIAL-rezendeadvms@yahoo.com
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
STF UM CASO PARA PENSAR
Mais uma vez uma discussão entre ministros e principalmente, com o atual presidente do STF Joaquim Barbosa.
Joaquim Barbosa contestou o voto do ministro Luís Roberto Barroso.
Penso que não cabe ao presidente do STF, contestar os votos dos ministros que com ele não concordam.
Deveria se abster de comentar votos de colegas, por que o direito é interpretativo e não uma ciência exata.
Nesta ação do dito"mensalão" houve questões que poderiam ter sido julgadas com equilíbrio e muitas vezes perderam-se os ministros em debates excessivos.
Esta ação teve uma tramitação peculiar.A mídia pretendeu pautar o julgamento.
Não vou me atrever a ser julgador de um processo que não conheço,mas,as reiteradas contendas não repercutiram bem no meio jurídico.
Todos sabem que cada ministro julga de acordo com o seu pensamento e da maneira que vê o caso, de modo particular.
Querer exigir que o voto de um ministro do STF seja de "cabresto" não é crível e sim absurdo.
O STF precisa julgar com menos palavrório e mais rapidez, sempre respeitando a tese dos ministros discordantes.
Ficar lendo laudas em cada voto, não me parece salutar, numa época em que se indefere inicial com mais de 49 páginas,por ser um livro e tomar tempo do julgador.
O STF comece dando o exemplo.
Joaquim Barbosa contestou o voto do ministro Luís Roberto Barroso.
Penso que não cabe ao presidente do STF, contestar os votos dos ministros que com ele não concordam.
Deveria se abster de comentar votos de colegas, por que o direito é interpretativo e não uma ciência exata.
Nesta ação do dito"mensalão" houve questões que poderiam ter sido julgadas com equilíbrio e muitas vezes perderam-se os ministros em debates excessivos.
Esta ação teve uma tramitação peculiar.A mídia pretendeu pautar o julgamento.
Não vou me atrever a ser julgador de um processo que não conheço,mas,as reiteradas contendas não repercutiram bem no meio jurídico.
Todos sabem que cada ministro julga de acordo com o seu pensamento e da maneira que vê o caso, de modo particular.
Querer exigir que o voto de um ministro do STF seja de "cabresto" não é crível e sim absurdo.
O STF precisa julgar com menos palavrório e mais rapidez, sempre respeitando a tese dos ministros discordantes.
Ficar lendo laudas em cada voto, não me parece salutar, numa época em que se indefere inicial com mais de 49 páginas,por ser um livro e tomar tempo do julgador.
O STF comece dando o exemplo.
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
O CONSUMO ALIENADO
O consumismo não cabe mais no mundo atual.Os hábitos extravagantes de muitas pessoas podem levar famílias ao desespero e a divisão.
Comprar o útil e até,alguma coisa, por diletantismo é normal.O abuso de tal prática é nocivo, não somente, a uma pessoa, mas a toda a sociedade.
Muitas pessoas vivem angustiadas com dívidas que vão se avolumando, ao lado de juros absurdos.
Muitas vezes até ganham bem, mas, não têm autocontrole, disciplina para levar uma vida dentro de seus padrões.
Deve se levar em conta a propaganda incessante dos meios de comunicação,onde os jovens são as maiores vítimas.
Esta mudança de hábito é lenta.No entanto, quem está em dificuldade financeira tem que admitir que não pode continuar a praticar os mesmos erros.
A sedução do consumo é grande.Mas, a força interior contra o vício do consumo alienado deve ser maior.
Este é um vício que destrói lares, infelicita as famílias e os filhos.
E o pior, é um câncer social.Uma droga que mina toda uma sociedade e é estimuladora de outros vícios perversos.
A gerar doença de todo o tipo.Por isso sou contra a cultura da sociedade de consumo.
Sou a favor da vida com paz e saúde e o suficiente para uma vida digna.
Comprar o útil e até,alguma coisa, por diletantismo é normal.O abuso de tal prática é nocivo, não somente, a uma pessoa, mas a toda a sociedade.
Muitas pessoas vivem angustiadas com dívidas que vão se avolumando, ao lado de juros absurdos.
Muitas vezes até ganham bem, mas, não têm autocontrole, disciplina para levar uma vida dentro de seus padrões.
Deve se levar em conta a propaganda incessante dos meios de comunicação,onde os jovens são as maiores vítimas.
Esta mudança de hábito é lenta.No entanto, quem está em dificuldade financeira tem que admitir que não pode continuar a praticar os mesmos erros.
A sedução do consumo é grande.Mas, a força interior contra o vício do consumo alienado deve ser maior.
Este é um vício que destrói lares, infelicita as famílias e os filhos.
E o pior, é um câncer social.Uma droga que mina toda uma sociedade e é estimuladora de outros vícios perversos.
A gerar doença de todo o tipo.Por isso sou contra a cultura da sociedade de consumo.
Sou a favor da vida com paz e saúde e o suficiente para uma vida digna.
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
RETRATO DA ECONOMIA AMERICANA
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
OS BRICS E OS AMERICANOS
A questão econômica domina o mundo.Não que a seara política seja menos importante. É, e muito.
Porém, está a reboque das políticas econômicas nacionais e internacionais.
O ator principal da economia mundial são os USA.
No entanto, a sua moeda inflacionada perdeu valor.
Outros atores surgiram no mundo.Os BRICS comandados pela China, tem reservas de altíssimos valores em títulos do tesouro dos norte-americanos.
Acontece que os BRICS temendo um colapso total da economia americana, estão transformando estas reservas em ouro.
Este cenário de dependência americana nos depósitos estrangeiros, já faz os USA procurarem outras saídas, como por exemplo, expandir ainda mais seus mercados, através, do poderio militar.
Um dos motivos das crises que eclodem pelo mundo.
Têm na OPEP uma dependência enorme.Mas, isto é análise para outro momento.
Porém, está a reboque das políticas econômicas nacionais e internacionais.
O ator principal da economia mundial são os USA.
No entanto, a sua moeda inflacionada perdeu valor.
Outros atores surgiram no mundo.Os BRICS comandados pela China, tem reservas de altíssimos valores em títulos do tesouro dos norte-americanos.
Acontece que os BRICS temendo um colapso total da economia americana, estão transformando estas reservas em ouro.
Este cenário de dependência americana nos depósitos estrangeiros, já faz os USA procurarem outras saídas, como por exemplo, expandir ainda mais seus mercados, através, do poderio militar.
Um dos motivos das crises que eclodem pelo mundo.
Têm na OPEP uma dependência enorme.Mas, isto é análise para outro momento.
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
ERRO MÉDICO
Acabei de ler o lamento de uma pessoa pela morte de seu pai em virtude de erro médico.
Tinha plano de saúde caro. Conforme dito muitos casos destes ocorrem pelo Brasil.
A classe médica merece respeito, assim, como todos os profissionais da saúde.
Mas há um desrespeito evidente em muitas ocasiões.Não é crível que se trate um paciente como muitas vezes se vê, com tanto descaso e indiferença.
A falta de humanidade de alguns profissionais da saúde gera insegurança.
E se for conosco? Nossos entes queridos?
Quando se coloca esta questão é no sentido da melhora para a coletividade.
Hoje em dia, tanto o atendimento público, como o privado estão deficientes.
O principal problema não custa caro resolver.Curar a falta de humanidade não deveria ser mencionada quando se trata de um médico.
No entanto, é frequente.
Não adianta, somente, culpar o governo ou a Copa do Mundo.É uma questão estrutural que sempre existiu em todas as áreas de nosso país.
Precisamos de educação.A educação do respeito aos demais e a educação formal.
Não adianta criar leis que "não pegam".A ineficiência nos dias atuais é geral.Pública ou privada.
Reina o desrespeito ao semelhante, em um ambiente de displicência.
A nossa juventude passa por um processo de descaracterização da personalidade.São jogos absurdos.Levianos.A permissividade e o medo dos pais ajuda muito.
O medo de dizer NÃO estampa no rosto dos pais da geração atual.Mandam os filhos.Uma inversão completa da família.Hoje vi uma menina de 15 anos dando um "show" na Rússia.Uma artista.Uma sociedade que preza a sua juventude progride, avança.
Que pessoas serão estas no futuro se o Brasil não mudar sua postura diante dos problemas?
A quantidade de irresponsáveis tenderá sempre a aumentar.
O Governo precisa ter vontade política para realizar uma mudança.
Deve dar o exemplo.É difícil, mas, não é impossível.Que cada um comece fazendo a sua parte!
Tinha plano de saúde caro. Conforme dito muitos casos destes ocorrem pelo Brasil.
A classe médica merece respeito, assim, como todos os profissionais da saúde.
Mas há um desrespeito evidente em muitas ocasiões.Não é crível que se trate um paciente como muitas vezes se vê, com tanto descaso e indiferença.
A falta de humanidade de alguns profissionais da saúde gera insegurança.
E se for conosco? Nossos entes queridos?
Quando se coloca esta questão é no sentido da melhora para a coletividade.
Hoje em dia, tanto o atendimento público, como o privado estão deficientes.
O principal problema não custa caro resolver.Curar a falta de humanidade não deveria ser mencionada quando se trata de um médico.
No entanto, é frequente.
Não adianta, somente, culpar o governo ou a Copa do Mundo.É uma questão estrutural que sempre existiu em todas as áreas de nosso país.
Precisamos de educação.A educação do respeito aos demais e a educação formal.
Não adianta criar leis que "não pegam".A ineficiência nos dias atuais é geral.Pública ou privada.
Reina o desrespeito ao semelhante, em um ambiente de displicência.
A nossa juventude passa por um processo de descaracterização da personalidade.São jogos absurdos.Levianos.A permissividade e o medo dos pais ajuda muito.
O medo de dizer NÃO estampa no rosto dos pais da geração atual.Mandam os filhos.Uma inversão completa da família.Hoje vi uma menina de 15 anos dando um "show" na Rússia.Uma artista.Uma sociedade que preza a sua juventude progride, avança.
Que pessoas serão estas no futuro se o Brasil não mudar sua postura diante dos problemas?
A quantidade de irresponsáveis tenderá sempre a aumentar.
O Governo precisa ter vontade política para realizar uma mudança.
Deve dar o exemplo.É difícil, mas, não é impossível.Que cada um comece fazendo a sua parte!
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
A RÚSSIA SE DEFENDE
Existe na Ucrânia, além dos problemas internos, uma tentativa clara e isto ocorre faz algum tempo,dos USA isolarem a Rússia a fim de evitar um suposto ressurgimento de algo parecido com a antiga URSS.Sabem muito bem que a Rússia representa um entrave nas suas ambições hegemônicas.
Militarmente não podem fazer o que desejariam.
Ocorre que Napoleão tentou, Hitler, também, outros na história desejaram,mas,a Rússia é um país resistente a cerco e dominação.
Os USA subjugam quase o mundo inteiro.Poucos resistem às suas ameças.Os que resistem são sabotados.Quadro que sempre se viu na história.
Este cerco é a intenção de manter sob controle as matérias primas do mundo.
Ou através da força, ou da propaganda, dos jogos para adolescentes, do seu lixo cultural.
Para desestabilizar um rival fazem de tudo.
A sua economia vai se recuperando lentamente.Sempre procurou usar o poderio bélico para se desenvolver e enriquecer, empobrecendo os demais.
As nações aos poucos se rebelam,mas,têm que travar uma luta tremenda para a autodeterminação.
O "American Way of Life" não pode prosperar em outros países, por que a maioria não é imperialista.O imperialismo é a forma de dominação a fim de expandir o capitalismo.
A Rússia representa um obstáculo político.
O escudo antimíssil não vai funcionar.A procura é fazer um anel ao seu redor de inimigos.
Não será fácil.Os americanos sabem.
Militarmente não podem fazer o que desejariam.
Ocorre que Napoleão tentou, Hitler, também, outros na história desejaram,mas,a Rússia é um país resistente a cerco e dominação.
Os USA subjugam quase o mundo inteiro.Poucos resistem às suas ameças.Os que resistem são sabotados.Quadro que sempre se viu na história.
Este cerco é a intenção de manter sob controle as matérias primas do mundo.
Ou através da força, ou da propaganda, dos jogos para adolescentes, do seu lixo cultural.
Para desestabilizar um rival fazem de tudo.
A sua economia vai se recuperando lentamente.Sempre procurou usar o poderio bélico para se desenvolver e enriquecer, empobrecendo os demais.
As nações aos poucos se rebelam,mas,têm que travar uma luta tremenda para a autodeterminação.
O "American Way of Life" não pode prosperar em outros países, por que a maioria não é imperialista.O imperialismo é a forma de dominação a fim de expandir o capitalismo.
A Rússia representa um obstáculo político.
O escudo antimíssil não vai funcionar.A procura é fazer um anel ao seu redor de inimigos.
Não será fácil.Os americanos sabem.
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
FOTO
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
A PRIVACIDADE QUEBRADA
A privacidade nos dias de hoje está perdida.Sua vida já foi vasculhada por toda a rede social,pelas operadoras de telefonia.Falam seu nome, sem nunca você ter declinado.Em parte, é culpa nossa, ingênuos, que abrimos nossa vida para ser espionada.Não levamos em conta os criminosos que estão à solta.O que irão fazer com nossos dados.Podem pegar nossas fotos e usar indevidamente sem que saibamos.Podem saber onde moramos, e o que fazemos.Infelizmente contribuímos para esta espionagem despudorada.Mudei meu nome, tirei minha foto.Não vai adiantar muito.Acautelem-se meus amigos.O perigo mora aqui !
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
SEMELHANÇA COM OS DIAS ATUAIS
Eu Acuso! – O processo do Capitão Dreyfus 1898Emile ZolaParis, 13 de janeiro de 1898Carta a M. Félix Faure Presidente da República FrancesaSenhor,Permiti-me que, agradecido pela bondosa acolhida que me dispensou,preocupe-me mais com a vossa glória e vos diga que vossa estrela, tão felizaté hoje, está ameaçada pela mancha mais vergonhosa e inapagável. Saístessão e salvo de baixas calúnias e conquistastes corações. (...) Mas que mancha
de lodo sobre o vosso nome pode imprimir este abominável processo Dreyfus!
Desde logo um Conselho de Guerra se atreve a absolver a Esterhazy, numa
bofetada suprema em toda a verdade, em toda a justiça. E não há remédio; a
França vai conservar esta mancha e a história vai registrar que semelhante
crime social foi cometido ao amparo da vossa presidência. Já que se agiu sem
razão, falarei.
É meu dever: não quero ser cúmplice. Todas as noites eu veria o espectro do
inocente que expia cruelmente torturado, um crime que não cometeu. Por isso
me dirijo a vós gritando a verdade com toda a força da minha rebelião de
homem honrado. Estou convencido de que ignorais o que ocorre. Mas a quem
denunciar as infâmias desta turba de malfeitores, de verdadeiros culpados,
senão ao primeiro magistrado do país?! (...) Antes de tudo, a verdade sobre o
processo e a condenação de Dreyfus. (...)
Procedeu-se a um minucioso registro, examinando-se as caligrafias. Aquilo era
como um assunto de família e se buscava o traidor nos mesmos escritórios
para surpreendê-lo e expulsá-lo. A partir do momento em que uma leve
suspeita recaiu sobre Dreyfus, aparece o comandante Paty de Clam, que se
esforça para confundi-lo e fazê-lo confessar.
Aparece também o ministro da Guerra, o general Mercier, cuja inteligência
deve ser muito mediana, o chefe do Estado Maior, general Boisdeffre, que por
certo cedeu à sua paixão clerical, e o general Gonse, cuja consciência elástica
pode acomodar-se a muitas coisas.
O comandante Paty de Clam prende Dreyfus e o deixa incomunicável. Corre
depois em busca da senhora Dreyfus e lhe infunde o terror, prevenindo-a de
que se falar sobre o assunto, seu marido estará perdido. De sua parte o infeliz
proclama em alaridos a sua inocência, enquanto a instrução do processo se faz
como a crônica do século XV, em meio ao mistério, com uma terrível
complexidade de expedientes, tudo baseado numa suspeita infantil, na nota
suspeita... (...) Dreyfus conhece várias línguas: é um crime; em sua casa não
encontram papéis comprometedores: é um crime; algumas vezes visita sua
terra: é um crime; e trabalhador, tem ânsia de saber: é um crime; não se
perturba: é um crime. Tudo é crime, sempre crime.
Falaram-nos de 14 acusações e não aparece mais que uma: a nota manuscrita
suspeita. Os peritos não estão de acordo e um deles, M. Gobert, foi atropelado
militarmente porque se permitia opinar em contra o que se desejava. Assim,
pois, somente restava a nota suspeita, acerca da qual os peritos não estavam
de acordo.(....) Para justificar a condenação fala-se da existência de um
documento secreto, arrasador, um documento que não se pode publicar e que
justifica tudo e ante o qual todos devemos nos inclinar. (...) O primeiro
Conselho de Guerra pode ter-se equivocado, mas o segundo mentiu. (....) Por
isso, repito, Dreyfus não pode ser inocente sem que todo o Estado Maior
apareça como culpado. (....) Tal é a verdade, senhor presidente.(...) Não creia
V., Exa. Que eu desespero do triunfo. Eu repito com uma certeza que não
permite a menor vacilação: a verdade avança e nada poderá detê-la. Quanto
mais duramente se oprime a verdade, mais força ela ganha, e a explosão será
terrível. Veremos como se prepara o mais ruidoso dos desastres.
Senhor presidente, concluo, que já é tempo:de lodo sobre o vosso nome pode imprimir este abominável processo Dreyfus!Desde logo um Conselho de Guerra se atreve a absolver a Esterhazy, numabofetada suprema em toda a verdade, em toda a justiça. E não há remédio; aFrança vai conservar esta mancha e a história vai registrar que semelhantecrime social foi cometido ao amparo da vossa presidência. Já que se agiu semrazão, falarei.É meu dever: não quero ser cúmplice. Todas as noites eu veria o espectro doinocente que expia cruelmente torturado, um crime que não cometeu. Por issome dirijo a vós gritando a verdade com toda a força da minha rebelião dehomem honrado. Estou convencido de que ignorais o que ocorre. Mas a quemdenunciar as infâmias desta turba de malfeitores, de verdadeiros culpados,senão ao primeiro magistrado do país?! (...) Antes de tudo, a verdade sobre oprocesso e a condenação de Dreyfus. (...)Procedeu-se a um minucioso registro, examinando-se as caligrafias. Aquilo eracomo um assunto de família e se buscava o traidor nos mesmos escritóriospara surpreendê-lo e expulsá-lo. A partir do momento em que uma levesuspeita recaiu sobre Dreyfus, aparece o comandante Paty de Clam, que seesforça para confundi-lo e fazê-lo confessar.Aparece também o ministro da Guerra, o general Mercier, cuja inteligênciadeve ser muito mediana, o chefe do Estado Maior, general Boisdeffre, que porcerto cedeu à sua paixão clerical, e o general Gonse, cuja consciência elásticapode acomodar-se a muitas coisas.O comandante Paty de Clam prende Dreyfus e o deixa incomunicável. Corredepois em busca da senhora Dreyfus e lhe infunde o terror, prevenindo-a deque se falar sobre o assunto, seu marido estará perdido. De sua parte o infelizproclama em alaridos a sua inocência, enquanto a instrução do processo se fazcomo a crônica do século XV, em meio ao mistério, com uma terrívelcomplexidade de expedientes, tudo baseado numa suspeita infantil, na notasuspeita... (...) Dreyfus conhece várias línguas: é um crime; em sua casa nãoencontram papéis comprometedores: é um crime; algumas vezes visita suaterra: é um crime; e trabalhador, tem ânsia de saber: é um crime; não seperturba: é um crime. Tudo é crime, sempre crime.Falaram-nos de 14 acusações e não aparece mais que uma: a nota manuscritasuspeita. Os peritos não estão de acordo e um deles, M. Gobert, foi atropeladomilitarmente porque se permitia opinar em contra o que se desejava. Assim,pois, somente restava a nota suspeita, acerca da qual os peritos não estavamde acordo.(....) Para justificar a condenação fala-se da existência de umdocumento secreto, arrasador, um documento que não se pode publicar e quejustifica tudo e ante o qual todos devemos nos inclinar. (...) O primeiroConselho de Guerra pode ter-se equivocado, mas o segundo mentiu. (....) Porisso, repito, Dreyfus não pode ser inocente sem que todo o Estado Maiorapareça como culpado. (....) Tal é a verdade, senhor presidente.(...) Não creiaV., Exa. Que eu desespero do triunfo. Eu repito com uma certeza que nãopermite a menor vacilação: a verdade avança e nada poderá detê-la. Quantomais duramente se oprime a verdade, mais força ela ganha, e a explosão seráterrível. Veremos como se prepara o mais ruidoso dos desastres.Senhor presidente, concluo, que já é tempo:de lodo sobre o vosso nome pode imprimir este abominável processo Dreyfus!Desde logo um Conselho de Guerra se atreve a absolver a Esterhazy, numabofetada suprema em toda a verdade, em toda a justiça. E não há remédio; aFrança vai conservar esta mancha e a história vai registrar que semelhantecrime social foi cometido ao amparo da vossa presidência. Já que se agiu semrazão, falarei.É meu dever: não quero ser cúmplice. Todas as noites eu veria o espectro doinocente que expia cruelmente torturado, um crime que não cometeu. Por issome dirijo a vós gritando a verdade com toda a força da minha rebelião dehomem honrado. Estou convencido de que ignorais o que ocorre. Mas a quemdenunciar as infâmias desta turba de malfeitores, de verdadeiros culpados,senão ao primeiro magistrado do país?! (...) Antes de tudo, a verdade sobre oprocesso e a condenação de Dreyfus. (...)Procedeu-se a um minucioso registro, examinando-se as caligrafias. Aquilo eracomo um assunto de família e se buscava o traidor nos mesmos escritóriospara surpreendê-lo e expulsá-lo. A partir do momento em que uma levesuspeita recaiu sobre Dreyfus, aparece o comandante Paty de Clam, que seesforça para confundi-lo e fazê-lo confessar.Aparece também o ministro da Guerra, o general Mercier, cuja inteligênciadeve ser muito mediana, o chefe do Estado Maior, general Boisdeffre, que porcerto cedeu à sua paixão clerical, e o general Gonse, cuja consciência elásticapode acomodar-se a muitas coisas.O comandante Paty de Clam prende Dreyfus e o deixa incomunicável. Corredepois em busca da senhora Dreyfus e lhe infunde o terror, prevenindo-a deque se falar sobre o assunto, seu marido estará perdido. De sua parte o infelizproclama em alaridos a sua inocência, enquanto a instrução do processo se fazcomo a crônica do século XV, em meio ao mistério, com uma terrívelcomplexidade de expedientes, tudo baseado numa suspeita infantil, na notasuspeita... (...) Dreyfus conhece várias línguas: é um crime; em sua casa nãoencontram papéis comprometedores: é um crime; algumas vezes visita suaterra: é um crime; e trabalhador, tem ânsia de saber: é um crime; não seperturba: é um crime. Tudo é crime, sempre crime.Falaram-nos de 14 acusações e não aparece mais que uma: a nota manuscritasuspeita. Os peritos não estão de acordo e um deles, M. Gobert, foi atropeladomilitarmente porque se permitia opinar em contra o que se desejava. Assim,pois, somente restava a nota suspeita, acerca da qual os peritos não estavamde acordo.(....) Para justificar a condenação fala-se da existência de umdocumento secreto, arrasador, um documento que não se pode publicar e quejustifica tudo e ante o qual todos devemos nos inclinar. (...) O primeiroConselho de Guerra pode ter-se equivocado, mas o segundo mentiu. (....) Porisso, repito, Dreyfus não pode ser inocente sem que todo o Estado Maiorapareça como culpado. (....) Tal é a verdade, senhor presidente.(...) Não creiaV., Exa. Que eu desespero do triunfo. Eu repito com uma certeza que nãopermite a menor vacilação: a verdade avança e nada poderá detê-la. Quantomais duramente se oprime a verdade, mais força ela ganha, e a explosão seráterrível. Veremos como se prepara o mais ruidoso dos desastres.Senhor presidente, concluo, que já é tempo:Eu acuso o Ten. Coronel Paty de Clam, como agente do erro judicial e porhaver defendido sua obra nefasta por três anos com maquinações insanas eculpadas. Eu acuso o general Mercier por haver-se tornado cúmplice, aomenos por fraqueza, de uma das maiores iniqüidades do século. Eu acuso ogeneral Billot de haver tido em suas mãos as provas da inocência de Dreyfus, enão as haver utilizado, fazendo-se, portanto, culpado pelo crime de lesahumanidadee de lesa-justiça, com o fim político de salvar o Estado Maiorcomprometido.Eu acuso o general Boisdeffre e o general Gonse por tornarem-se cúmplices domesmo crime, um por fanatismo clerical e outro por espírito de corpo, que fazdos escritórios do Ministério da Guerra uma arca santa e inatacável. Eu acusoo general Pellieux e o comandante Ravary por haverem fabricado umainformação infame, uma informação parcialmente monstruosa, na qual osegundo lavrou o imperecível monumento de sua torpe audácia.Eu acuso os três peritos calígrafos, os senhores Belhomme, Varinard e Couardpor seus pareceres enganadores e fraudulentos, a menos que um examemédico os declare vítimas de uma cegueira dos olhos ou do juízo. Eu acuso oMinistério da Guerra por haver feito na imprensa, particularmente no L' É Claire no L'Echo de Paris, uma campanha abominável, enganando a opinião públicapara cobrir a sua falta. Eu acuso o primeiro Conselho de Guerra por tercondenado um acusado, com fundamento num documento secreto. E Eu acusoo segundo Conselho de Guerra por haver coberto esta ilegalidade, cometendoo crime jurídico de absolver conscientemente um culpado (Esterhazy).Eu não ignoro que ao formular estas acusações atraio sobre mim os artigos 30e 31 da Lei de Imprensa, que se referem aos delitos de difamação.Voluntariamente ponho-me à disposição dos Tribunais. Um só sentimento memove: o desejo de que se faça luz. Meu ardente protesto nada mais é que umgrito de minha alma. Que se atrevam a levar-me aos Tribunais e me julguempublicamente. Assim espero.Émile ZolaParis, 13 de janeiro de 1898- SEMELHANÇAS COM HOJE OCORRE NOS FATOS DA AP-470.
de lodo sobre o vosso nome pode imprimir este abominável processo Dreyfus!
Desde logo um Conselho de Guerra se atreve a absolver a Esterhazy, numa
bofetada suprema em toda a verdade, em toda a justiça. E não há remédio; a
França vai conservar esta mancha e a história vai registrar que semelhante
crime social foi cometido ao amparo da vossa presidência. Já que se agiu sem
razão, falarei.
É meu dever: não quero ser cúmplice. Todas as noites eu veria o espectro do
inocente que expia cruelmente torturado, um crime que não cometeu. Por isso
me dirijo a vós gritando a verdade com toda a força da minha rebelião de
homem honrado. Estou convencido de que ignorais o que ocorre. Mas a quem
denunciar as infâmias desta turba de malfeitores, de verdadeiros culpados,
senão ao primeiro magistrado do país?! (...) Antes de tudo, a verdade sobre o
processo e a condenação de Dreyfus. (...)
Procedeu-se a um minucioso registro, examinando-se as caligrafias. Aquilo era
como um assunto de família e se buscava o traidor nos mesmos escritórios
para surpreendê-lo e expulsá-lo. A partir do momento em que uma leve
suspeita recaiu sobre Dreyfus, aparece o comandante Paty de Clam, que se
esforça para confundi-lo e fazê-lo confessar.
Aparece também o ministro da Guerra, o general Mercier, cuja inteligência
deve ser muito mediana, o chefe do Estado Maior, general Boisdeffre, que por
certo cedeu à sua paixão clerical, e o general Gonse, cuja consciência elástica
pode acomodar-se a muitas coisas.
O comandante Paty de Clam prende Dreyfus e o deixa incomunicável. Corre
depois em busca da senhora Dreyfus e lhe infunde o terror, prevenindo-a de
que se falar sobre o assunto, seu marido estará perdido. De sua parte o infeliz
proclama em alaridos a sua inocência, enquanto a instrução do processo se faz
como a crônica do século XV, em meio ao mistério, com uma terrível
complexidade de expedientes, tudo baseado numa suspeita infantil, na nota
suspeita... (...) Dreyfus conhece várias línguas: é um crime; em sua casa não
encontram papéis comprometedores: é um crime; algumas vezes visita sua
terra: é um crime; e trabalhador, tem ânsia de saber: é um crime; não se
perturba: é um crime. Tudo é crime, sempre crime.
Falaram-nos de 14 acusações e não aparece mais que uma: a nota manuscrita
suspeita. Os peritos não estão de acordo e um deles, M. Gobert, foi atropelado
militarmente porque se permitia opinar em contra o que se desejava. Assim,
pois, somente restava a nota suspeita, acerca da qual os peritos não estavam
de acordo.(....) Para justificar a condenação fala-se da existência de um
documento secreto, arrasador, um documento que não se pode publicar e que
justifica tudo e ante o qual todos devemos nos inclinar. (...) O primeiro
Conselho de Guerra pode ter-se equivocado, mas o segundo mentiu. (....) Por
isso, repito, Dreyfus não pode ser inocente sem que todo o Estado Maior
apareça como culpado. (....) Tal é a verdade, senhor presidente.(...) Não creia
V., Exa. Que eu desespero do triunfo. Eu repito com uma certeza que não
permite a menor vacilação: a verdade avança e nada poderá detê-la. Quanto
mais duramente se oprime a verdade, mais força ela ganha, e a explosão será
terrível. Veremos como se prepara o mais ruidoso dos desastres.
Senhor presidente, concluo, que já é tempo:de lodo sobre o vosso nome pode imprimir este abominável processo Dreyfus!Desde logo um Conselho de Guerra se atreve a absolver a Esterhazy, numabofetada suprema em toda a verdade, em toda a justiça. E não há remédio; aFrança vai conservar esta mancha e a história vai registrar que semelhantecrime social foi cometido ao amparo da vossa presidência. Já que se agiu semrazão, falarei.É meu dever: não quero ser cúmplice. Todas as noites eu veria o espectro doinocente que expia cruelmente torturado, um crime que não cometeu. Por issome dirijo a vós gritando a verdade com toda a força da minha rebelião dehomem honrado. Estou convencido de que ignorais o que ocorre. Mas a quemdenunciar as infâmias desta turba de malfeitores, de verdadeiros culpados,senão ao primeiro magistrado do país?! (...) Antes de tudo, a verdade sobre oprocesso e a condenação de Dreyfus. (...)Procedeu-se a um minucioso registro, examinando-se as caligrafias. Aquilo eracomo um assunto de família e se buscava o traidor nos mesmos escritóriospara surpreendê-lo e expulsá-lo. A partir do momento em que uma levesuspeita recaiu sobre Dreyfus, aparece o comandante Paty de Clam, que seesforça para confundi-lo e fazê-lo confessar.Aparece também o ministro da Guerra, o general Mercier, cuja inteligênciadeve ser muito mediana, o chefe do Estado Maior, general Boisdeffre, que porcerto cedeu à sua paixão clerical, e o general Gonse, cuja consciência elásticapode acomodar-se a muitas coisas.O comandante Paty de Clam prende Dreyfus e o deixa incomunicável. Corredepois em busca da senhora Dreyfus e lhe infunde o terror, prevenindo-a deque se falar sobre o assunto, seu marido estará perdido. De sua parte o infelizproclama em alaridos a sua inocência, enquanto a instrução do processo se fazcomo a crônica do século XV, em meio ao mistério, com uma terrívelcomplexidade de expedientes, tudo baseado numa suspeita infantil, na notasuspeita... (...) Dreyfus conhece várias línguas: é um crime; em sua casa nãoencontram papéis comprometedores: é um crime; algumas vezes visita suaterra: é um crime; e trabalhador, tem ânsia de saber: é um crime; não seperturba: é um crime. Tudo é crime, sempre crime.Falaram-nos de 14 acusações e não aparece mais que uma: a nota manuscritasuspeita. Os peritos não estão de acordo e um deles, M. Gobert, foi atropeladomilitarmente porque se permitia opinar em contra o que se desejava. Assim,pois, somente restava a nota suspeita, acerca da qual os peritos não estavamde acordo.(....) Para justificar a condenação fala-se da existência de umdocumento secreto, arrasador, um documento que não se pode publicar e quejustifica tudo e ante o qual todos devemos nos inclinar. (...) O primeiroConselho de Guerra pode ter-se equivocado, mas o segundo mentiu. (....) Porisso, repito, Dreyfus não pode ser inocente sem que todo o Estado Maiorapareça como culpado. (....) Tal é a verdade, senhor presidente.(...) Não creiaV., Exa. Que eu desespero do triunfo. Eu repito com uma certeza que nãopermite a menor vacilação: a verdade avança e nada poderá detê-la. Quantomais duramente se oprime a verdade, mais força ela ganha, e a explosão seráterrível. Veremos como se prepara o mais ruidoso dos desastres.Senhor presidente, concluo, que já é tempo:de lodo sobre o vosso nome pode imprimir este abominável processo Dreyfus!Desde logo um Conselho de Guerra se atreve a absolver a Esterhazy, numabofetada suprema em toda a verdade, em toda a justiça. E não há remédio; aFrança vai conservar esta mancha e a história vai registrar que semelhantecrime social foi cometido ao amparo da vossa presidência. Já que se agiu semrazão, falarei.É meu dever: não quero ser cúmplice. Todas as noites eu veria o espectro doinocente que expia cruelmente torturado, um crime que não cometeu. Por issome dirijo a vós gritando a verdade com toda a força da minha rebelião dehomem honrado. Estou convencido de que ignorais o que ocorre. Mas a quemdenunciar as infâmias desta turba de malfeitores, de verdadeiros culpados,senão ao primeiro magistrado do país?! (...) Antes de tudo, a verdade sobre oprocesso e a condenação de Dreyfus. (...)Procedeu-se a um minucioso registro, examinando-se as caligrafias. Aquilo eracomo um assunto de família e se buscava o traidor nos mesmos escritóriospara surpreendê-lo e expulsá-lo. A partir do momento em que uma levesuspeita recaiu sobre Dreyfus, aparece o comandante Paty de Clam, que seesforça para confundi-lo e fazê-lo confessar.Aparece também o ministro da Guerra, o general Mercier, cuja inteligênciadeve ser muito mediana, o chefe do Estado Maior, general Boisdeffre, que porcerto cedeu à sua paixão clerical, e o general Gonse, cuja consciência elásticapode acomodar-se a muitas coisas.O comandante Paty de Clam prende Dreyfus e o deixa incomunicável. Corredepois em busca da senhora Dreyfus e lhe infunde o terror, prevenindo-a deque se falar sobre o assunto, seu marido estará perdido. De sua parte o infelizproclama em alaridos a sua inocência, enquanto a instrução do processo se fazcomo a crônica do século XV, em meio ao mistério, com uma terrívelcomplexidade de expedientes, tudo baseado numa suspeita infantil, na notasuspeita... (...) Dreyfus conhece várias línguas: é um crime; em sua casa nãoencontram papéis comprometedores: é um crime; algumas vezes visita suaterra: é um crime; e trabalhador, tem ânsia de saber: é um crime; não seperturba: é um crime. Tudo é crime, sempre crime.Falaram-nos de 14 acusações e não aparece mais que uma: a nota manuscritasuspeita. Os peritos não estão de acordo e um deles, M. Gobert, foi atropeladomilitarmente porque se permitia opinar em contra o que se desejava. Assim,pois, somente restava a nota suspeita, acerca da qual os peritos não estavamde acordo.(....) Para justificar a condenação fala-se da existência de umdocumento secreto, arrasador, um documento que não se pode publicar e quejustifica tudo e ante o qual todos devemos nos inclinar. (...) O primeiroConselho de Guerra pode ter-se equivocado, mas o segundo mentiu. (....) Porisso, repito, Dreyfus não pode ser inocente sem que todo o Estado Maiorapareça como culpado. (....) Tal é a verdade, senhor presidente.(...) Não creiaV., Exa. Que eu desespero do triunfo. Eu repito com uma certeza que nãopermite a menor vacilação: a verdade avança e nada poderá detê-la. Quantomais duramente se oprime a verdade, mais força ela ganha, e a explosão seráterrível. Veremos como se prepara o mais ruidoso dos desastres.Senhor presidente, concluo, que já é tempo:Eu acuso o Ten. Coronel Paty de Clam, como agente do erro judicial e porhaver defendido sua obra nefasta por três anos com maquinações insanas eculpadas. Eu acuso o general Mercier por haver-se tornado cúmplice, aomenos por fraqueza, de uma das maiores iniqüidades do século. Eu acuso ogeneral Billot de haver tido em suas mãos as provas da inocência de Dreyfus, enão as haver utilizado, fazendo-se, portanto, culpado pelo crime de lesahumanidadee de lesa-justiça, com o fim político de salvar o Estado Maiorcomprometido.Eu acuso o general Boisdeffre e o general Gonse por tornarem-se cúmplices domesmo crime, um por fanatismo clerical e outro por espírito de corpo, que fazdos escritórios do Ministério da Guerra uma arca santa e inatacável. Eu acusoo general Pellieux e o comandante Ravary por haverem fabricado umainformação infame, uma informação parcialmente monstruosa, na qual osegundo lavrou o imperecível monumento de sua torpe audácia.Eu acuso os três peritos calígrafos, os senhores Belhomme, Varinard e Couardpor seus pareceres enganadores e fraudulentos, a menos que um examemédico os declare vítimas de uma cegueira dos olhos ou do juízo. Eu acuso oMinistério da Guerra por haver feito na imprensa, particularmente no L' É Claire no L'Echo de Paris, uma campanha abominável, enganando a opinião públicapara cobrir a sua falta. Eu acuso o primeiro Conselho de Guerra por tercondenado um acusado, com fundamento num documento secreto. E Eu acusoo segundo Conselho de Guerra por haver coberto esta ilegalidade, cometendoo crime jurídico de absolver conscientemente um culpado (Esterhazy).Eu não ignoro que ao formular estas acusações atraio sobre mim os artigos 30e 31 da Lei de Imprensa, que se referem aos delitos de difamação.Voluntariamente ponho-me à disposição dos Tribunais. Um só sentimento memove: o desejo de que se faça luz. Meu ardente protesto nada mais é que umgrito de minha alma. Que se atrevam a levar-me aos Tribunais e me julguempublicamente. Assim espero.Émile ZolaParis, 13 de janeiro de 1898- SEMELHANÇAS COM HOJE OCORRE NOS FATOS DA AP-470.
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
INDEFESO ISTO É INDEPENDENTE
Paulo Moreira LeiteDiretor da Sucursal da ISTOÉ em Brasília, é autor de "A Outra História do Mensalão". Foi correspondente em Paris e Washington e ocupou postos de direção na VEJA e na Época. Também escreveu "A Mulher que Era o General da Casa".
COVARDIARoberto Freire mostra que consegue superar-se ao atacar Dirceu
A nova contribuição de Roberto Freire para atualizar sua biografia consiste em pedir o bloqueio das doações destinadas
a José Dirceu.
Vamos combinar: é uma covardia absoluta atacar um cidadão preso.
Dirceu não tem como defender-se, não pode dar entrevista nem explicar seu pronto de vista a ninguém.
Vítima de uma denúncia infame, sem pé nem cabeça, desmontada pela direção do presídio, Dirceu é mantido há 90 dias sob
regime fechado, embora tenha direito legítimo ao regime semiaberto, conforme já foi reconhecido pelo ministro Rciardo Lewandovski.
Embora não se pratique a tortura na Papuda, como acontecia nos tempos em que o pai de Tuminha -- novo amigo do deputado --
reinava no DOPS, basta ter alguma sensibilidade para se reconhecer que Joaquim Barbosa aplica aos condenados da AP 470 um regime de terror.
Os direitos estão suspensos, o perigo pode vir de qualquer lugar e aquilo que que deveria ser o traço máximo da Justiça -- a previsibilidade -- já deixou de existir.
O que se quer é a execução social dos prisioneiros, que devem ser reduzidos a condição de seres manipuláveis e disponíveis, sem consciência nem vontade própria.
As doações mostram que esse esforço é inútil.
Para desespero de quem imaginou que os prisioneiros seriam levados ao ostracismo -- como o próprio Joaquim cobrou da imprensa -- a campanha confirma que eles têm base social e reconhecimento.
Com todas as diferenças que se possa imaginar, as doações de 2014 lembram a reação dos militantes do PT em 2005, quando 312 000 filiados participaram da escolha da nova direção do partido, surpreeendendo aqueles que apostavam na derrocada final da legenda depois da denúncia de Roberto Jefferson e das CPMIs do Congresso.
O ataque a Dirceu comprova, por outro lado, que Roberto Freire conseguiu superar-se. Perde referencias, abandona o próprio passado. Não é tudo por dinheiro, como aqueles infelizes nos programas de auditório. É tudo para aparecer na mídia. Tudo. At~e a coragem dos covardes, que batem em indefesos.
Dias atrás se alinhou a Romeu Tuma Jr para pedir uma investigação sobre a insinuação de que Luiz Inãcio Lula da Silva teria sido informante da ditadura.
Fernando Henrique Cardoso deixou claro, numa entrevista ao Manhathan Conection, que está fora desse jogo sujo.
Mas Roberto Freire mergulhou na lama sem receio de manchar sua biografia.
Porque toda pessoa que tenha participado da resistencia a ditadura sabe que insinuações sobre personagens da luta contra o regime -- Lula é só o último exemplo entre tantos -- destina-se a acobertar os verdadeiros carrascos, os que comandavam a tortura e as execuções.
Já era sintomático, semanas atrás, que Roberto Freire tenha apelado a Comissão da Verdade para apurar o papel de Lula.
Era muito mais fácil e decente pedir que se apurasse, prioritariamente, o papel de Romeu Tuma, pai, homem de confiança
dos militares, cujo papel no aparelho repressivo, em São Paulo, foi embranquecido e passado a limpo, a tal ponto
que no fim da vida era tratado como amiguinho -- e até como democrata -- pelos desavisados, ingenuos e interesseiros. Bastava uma conversinha com vozes do porão para se saber de outras coisas.
A farsa, a fraude, o absurdo reside nisso. Para acobertar um papel vergonhoso e lamentável durante o regime militar,
procura-se espalhar a calúnia, a mentira, sobre pessoas contra as quais não há fato algum. Toda vez que fez uma
insinuação sobre Lula, seu filho (ajudado por Roberto Freire) deu um lustro na estátua do próprio pai.
Compreende-se que um filho faça isso. Até que anuncie um segundo volume com novas besteiras. Todo mundo precisa ganhar vida e nunca faltarão amiguinhos sem pudor para dar auxílio e divulgação. Amor filial existe.
E amor próprio?
Um deputado comunista, que perdeu vários companheiros nas masmorras onde Tuma agia como
um gerente -- que jamais ajudou a localizar um desaparecido, nunca deu uma pista para condenar um torturador -- não deveria portar-se de modo tão vergonhoso.
Também não deveria, agora, agredir quem não tem como se defender.
PAULO MOREIRA LEITEa José Dirceu.
Vamos combinar: é uma covardia absoluta atacar um cidadão preso.
Dirceu não tem como defender-se, não pode dar entrevista nem explicar seu pronto de vista a ninguém.
Vítima de uma denúncia infame, sem pé nem cabeça, desmontada pela direção do presídio, Dirceu é mantido há 90 dias sobregime fechado, embora tenha direito legítimo ao regime semiaberto, conforme já foi reconhecido pelo ministro Rciardo Lewandovski.
Embora não se pratique a tortura na Papuda, como acontecia nos tempos em que o pai de Tuminha -- novo amigo do deputado -- reinava no DOPS, basta ter alguma sensibilidade para se reconhecer que Joaquim Barbosa aplica aos condenados da AP 470 um regime de terror.
Os direitos estão suspensos, o perigo pode vir de qualquer lugar e aquilo que que deveria ser o traço máximo da Justiça -- a previsibilidade -- já deixou de existir. O que se quer é a execução social dos prisioneiros, que devem ser reduzidos a condição de seres manipuláveis e disponíveis, sem consciência nem vontade própria.As doações mostram que esse esforço é inútil.Para desespero de quem imaginou que os prisioneiros seriam levados ao ostracismo -- como o próprio Joaquim cobrou da imprensa -- a campanha confirma que eles têm base social e reconhecimento.
Com todas as diferenças que se possa imaginar, as doações de 2014 lembram a reação dos militantes do PT em 2005, quando 312 000 filiados participaram da escolha da nova direção do partido, surpreeendendo aqueles que apostavam na derrocada final da legenda depois da denúncia de Roberto Jefferson e das CPMIs do Congresso.
O ataque a Dirceu comprova, por outro lado, que Roberto Freire conseguiu superar-se. Perde referencias, abandona o próprio passado. Não é tudo por dinheiro, como aqueles infelizes nos programas de auditório. É tudo para aparecer na mídia. Tudo. At~e a coragem dos covardes, que batem em indefesos.
Dias atrás se alinhou a Romeu Tuma Jr para pedir uma investigação sobre a insinuação de que Luiz Inãcio Lula da Silva teria sido informante da ditadura.Fernando Henrique Cardoso deixou claro, numa entrevista ao Manhathan Conection, que está fora desse jogo sujo.
Mas Roberto Freire mergulhou na lama sem receio de manchar sua biografia. Porque toda pessoa que tenha participado da resistencia a ditadura sabe que insinuações sobre personagens da luta contra o regime -- Lula é só o último exemplo entre tantos -- destina-se a acobertar os verdadeiros carrascos, os que comandavam a tortura e as execuções.
Já era sintomático, semanas atrás, que Roberto Freire tenha apelado a Comissão da Verdade para apurar o papel de Lula.Era muito mais fácil e decente pedir que se apurasse, prioritariamente, o papel de Romeu Tuma, pai, homem de confiançados militares, cujo papel no aparelho repressivo, em São Paulo, foi embranquecido e passado a limpo, a tal pontoque no fim da vida era tratado como amiguinho -- e até como democrata -- pelos desavisados, ingenuos e interesseiros. Bastava uma conversinha com vozes do porão para se saber de outras coisas. A farsa, a fraude, o absurdo reside nisso. Para acobertar um papel vergonhoso e lamentável durante o regime militar,procura-se espalhar a calúnia, a mentira, sobre pessoas contra as quais não há fato algum. Toda vez que fez umainsinuação sobre Lula, seu filho (ajudado por Roberto Freire) deu um lustro na estátua do próprio pai. Compreende-se que um filho faça isso. Até que anuncie um segundo volume com novas besteiras. Todo mundo precisa ganhar vida e nunca faltarão amiguinhos sem pudor para dar auxílio e divulgação. Amor filial existe. E amor próprio?Um deputado comunista, que perdeu vários companheiros nas masmorras onde Tuma agia comoum gerente -- que jamais ajudou a localizar um desaparecido, nunca deu uma pista para condenar um torturador -- não deveria portar-se de modo tão vergonhoso.
Também não deveria, agora, agredir quem não tem como se defender. PAULO MOREIRA LEITE
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
ADVOGADOS EM APUROS
No Brasil para defender seus direitos não basta demonstrar pelo meios legais.É preciso ir muito além.Em geral tudo que se pede para consubstanciar a prova é negado.Novas perícias são negadas.O direito de defesa é um sacríficIo quase insuportável para o advogado e a parte.
Para se conseguir algo tem que se vencer uma burocracia extenuante.Advogados são relegados a um segundo plano.O M.P. em geral sempre tem razão.É estranho que o promotor sente-se ao lado juiz, enquanto o advogado fica numa posição inferior, abaixo, psicologicamente, em más condições.
Quase tudo que se requer, com lógica, é indeferido.
Vejo casos que uma outra perícia demonstraria a inocência do réu, mas, não se permite.Vale a do estado, feita sem os meios necessários de tecnologia.Já estudei o assunto.É dramático ver pessoas perdendo patrimônio pela negativa de um segundo laudo.Mesmo um assistente da parte não é levado em conta.
Tragédias acontecem, mas, nem sempre os acusados são culpados.É preciso dar mais liberdade ao advogado para ter os mesmos privilégios do M.P.
Não é possível que não se receba advogado.Por que? Muitas vezes se colocam dificuldades para que o juiz ouça a argumentação das partes.Uma liminar é uma correria tremenda.Distribui-se, imediatamente, corre-se para o processo ir ao juiz e a via crucis do advogado é fazer que uma medida cautelar seja julgada a tempo de impedir uma ilegalidade latente.
Advogar se torna um fardo insustentável.
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
LIVRO
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
SEM DOGMAS
Não adianta espernear. A sociedade avança, sim, rumo a uma justiça social maior.Faz mais de cem anos que foi abolida a escravidão como lei.Há racismo, mas, é crime e condenável eticamente.
Há mais de cem anos os trabalhadores não tinham jornada de trabalho, direitos, nada.Hoje, apesar de tudo, evoluímos.
Tiradentes foi morto e esquartejado pelo Estado.O Estado evoluiu, mas, suas elites ainda não.
Querem aplicar a pena de Talião, desde séculos, ultrapassada.Querem matar o efeito, não a causa.
Tecnologicamente e cientificamente o mundo está melhor.Há cem anos morria-se de um corte na perna.A penicilina acabou com isso.
A sociedade segue seu curso na direção correta.
Os poderosos não querem ceder seus privilégios e as massas se rebelam.
Assim, a história de modo inexorável vai rompendo os dogmas conservadores e criando e recriando sempre. Sem dogmas,mas, conceitualmente,apesar de toda a resistência ultrapassada.
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
O CAOS JURÍDICO
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
O CAOS DA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA
O arcabouço jurídico brasileiro é tão grande, complexo e mutante que é quase impossível a um operador do direito atuar com total segurança.Mudam-se as leis, diariamente, medidas provisórias em profusão, a se confundirem em si mesmas.Na área tributária é um verdadeiro espetáculo de impostos etc, que atordoa o mais genial tributarista.
A Constituição é emendada frequentemente.
Leis não são regulamentadas.Tudo isso gera um quadro caótico, e, nenhum código vai reparar a morosidade da justiça.
Se fosse alinhavar a quantidade de problemas, daria uma enciclopédia de última geração.
O direito é dinâmico.As leis devem acompanhar a evolução social e tecnológica.
Não existe equilíbrio no trato das normas jurídicas.
É a insegurança jurídica a campear, deixando o cidadão perplexo.
Parece que os dogmas do direito ruíram.
Tudo é novo e relativizado.
Estamos num verdadeiro estado de confusão de normas, jurisprudências e doutrinas.
Querem implantar o novo sem ter consolidado o antigo.
O caos.
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
DANO MORAL
A 3ª Câmara de Direito Civil do TJ concedeu indenização por danos morais, no valor de R$ 5 mil, em favor de um jovem agredido por seguranças de um shopping center, em balneário do litoral norte do Estado.
De acordo com os autos, a segurança foi acionada por clientes de um bar no interior do shopping sob o argumento de que um casal de namorados ora brigava, ora se excedia em carícias.
Desgostoso com a advertência, o rapaz foi cobrar a posição dos seguranças, momento em que acabou levado ao subsolo do estabelecimento, onde foi agredido física e verbalmente com socos, pontapés e palavras de baixo calão.
"Ainda que ficasse demonstrado que o apelante tivesse iniciado discussão ou, ainda, tentado de qualquer forma agredir os seguranças, o acervo probatório evidencia que os profissionais da ré, de quem se espera treinamento e preparo físico e psicológico para o enfrentamento de problemas deste tipo, não agiram em conformidade com a natureza do trabalho que prestam", anotou o desembargador substituto Saul Steil, relator da matéria.
No seu entender, não se pode admitir abusos, assim como uso de força bruta desproporcional por parte de seguranças, que ali estão para garantir a segurança dos clientes. Em 1º Grau, o pleito fora julgado improcedente. A decisão no TJ foi unânime (Apelação Cível n. 2013.068060-2).JUS BRASIL
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
SENTENÇA DANO MORAL NA INTERNET
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
PRISÃO ILEGAL
Caso seja realidade a prisão de José Dirceu é abusiva, arbitrária e ilegal no sistema do regime fechado.Volto a dizer caso de confirmem os fatos, parece-me que alguma coisa está desequilibrada.Onde estariam os advogados de Dirceu?O meio jurídico estaria silente?Algo está confuso nesta história.É preciso que os interessados, o STF e os demais órgãos de classe expliquem à população a real situação.Há ser verdade, amanhã poderá ser com todos nós.
Sou advogado de profissão a qual atuo há 43 anos.
Tenho 67 anos de idade.Moro no Rio de Janeiro Sou carioca, nascido no bairro de Botafogo.
Assinar:
Postagens (Atom)




