Mais uma vez uma discussão entre ministros e principalmente, com o atual presidente do STF Joaquim Barbosa.
Joaquim Barbosa contestou o voto do ministro Luís Roberto Barroso.
Penso que não cabe ao presidente do STF, contestar os votos dos ministros que com ele não concordam.
Deveria se abster de comentar votos de colegas, por que o direito é interpretativo e não uma ciência exata.
Nesta ação do dito"mensalão" houve questões que poderiam ter sido julgadas com equilíbrio e muitas vezes perderam-se os ministros em debates excessivos.
Esta ação teve uma tramitação peculiar.A mídia pretendeu pautar o julgamento.
Não vou me atrever a ser julgador de um processo que não conheço,mas,as reiteradas contendas não repercutiram bem no meio jurídico.
Todos sabem que cada ministro julga de acordo com o seu pensamento e da maneira que vê o caso, de modo particular.
Querer exigir que o voto de um ministro do STF seja de "cabresto" não é crível e sim absurdo.
O STF precisa julgar com menos palavrório e mais rapidez, sempre respeitando a tese dos ministros discordantes.
Ficar lendo laudas em cada voto, não me parece salutar, numa época em que se indefere inicial com mais de 49 páginas,por ser um livro e tomar tempo do julgador.
O STF comece dando o exemplo.
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