quarta-feira, 29 de julho de 2020

O BADALAR DAS HORAS

Madrugada. Três horas da manhâ.
Penso na vida e na morte do jornalista de Covid e trombose cerebral.
Eu que já estive à beira da morte por trombose cerebral, à época sem Covid, escapei sem sequelas físicas.
Não as psicológicas.
Mas escapei aos 63 anos.
O jornalista que estava salvando sua carreira é ceifado por um vírus letal.
Alegre, comunicativo.
Chegou à emissora que em que já despontava para ser um dos melhores.
Acabou tudo em dias.
É os anônimos cerca de mil por dia vão embora.
Deixam saudade.Perplexidades.
Tanto se investiu em armas.
O vírus já poderia ser debelado como a penicilina de Fleming. 
Armas e armas para matar povos pobres em busca de petróleo.
Onde está a cura do ser humano doente?
Ciência faz.O homem desfaz.
A luta é curar o ser humano.
O mistério continua.
Neste universo sem fim.
Dizia Castro Alves.
O Deus O Deus onde estás que não respondes?


quinta-feira, 16 de julho de 2020

UM POVO PASSIIVO

Nós somos um povo passivo.Não lutamos por nossos direitos e aceitamos calados toda a sorte de iniquidades.
Já não chegou a hora do povo que é o dono do poder reagir e tomar providências?
É ele que manda.
Quando um regime ou sistema são corruptos ou falham é direito do povo corrigir estas falhas e se rebelar.
O direito à rebeldia é consagrado desdes muitos séculos.
Quem sofre não são somente os miseráveis.
Se hoje a injustiça não é com você, amanhã pode ser.
Ninguém esta livre dela.
Nem o miserável, nem o mais poderoso dos seres.
Se o povo se acomoda e se conforma não há crescimento nem econômico e nem moral.
Chegou a hora de tomarmos as rédeas da condução do Brasil.
Ninguém vai fazer por nós.
Reclamar somente não adianta.
É preciso ações.
Chega de conformismo!

quarta-feira, 15 de julho de 2020

A PANDEMIA ESQUECIDA

Em plena pandemia de Covid-19 os políticos ficam fazendo articulações pensando no dia seguinte.
O governo vai trocando de Ministro da saúde e agora tem um que até agora não tem plano.
Em uma situação de guerra se chamam os melhores generais, independentemente, de partido.
Não me consta que Bolsonaro tenha estudado medicina.
Nesta hora, num governo sério já teria convocado uma junta de infectologistas.
Fazer política neste momento é um desserviço ao povo Brasileiro.
O povo já não aguenta mais tantos meses perdidos.
É presidente versus governadores.
Ambição política.
O poder executivo é da responsabilidade do presidente.
Cada um se mete numa seara da qual nada entende.
São os profissionais da medicina que tem que ditar as regras.
Nesta hora a atuação não é política.E sim profissional e abalizada.
O povo tem que sentir confiança nos infectologistas sérios e não em políticos.
Agora é a vez dos doutores em medicina.
A função dos políticos é sair dos holofotes.
E somente observar e intervir quando necessário.
Há outras prioridades.
A pandemia deve ser tratada por especialistas.

DA PÁGINA DE ARIANO SUASSUNA NO FACEBOOK

Homenagem desta página, em 23 de julho de 2014, a Ariano Suassuna que deixa o Brasil mais órfão. 
Relembrando um pouco de Ariano Vilar Suassuna, dramaturgo, romancista, ensaísta e poeta,  idealizador do Movimento Armorial e autor de obras como Auto da Compadecida, O Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, Uma Mulher Vestida de Sol,  O Santo e a Porca, entre outras obras.
De seu Auto da Compadecida, o maestro José Siqueira também paraibano do sertão, conterrâneo e amigo que foi de Ariano Suassuna compôs em1960 a ópera “A Compadecida” com elementos musicais do Nordeste sobre o texto teatral, de 1955, de Ariano Suassuna.
O maestro associou elementos musicais da tradição oral nordestina à música de concerto, vinculando a sua música ao universo nordestino dos personagens de Suassuna.
A estreia mundial da ópera foi no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 11 de maio de 1961. 
Dois imortais, ilustres paraibanos, antes de tudo apaixonados pelo Brasil, que se encontram lá no Céu para novas e belas obras juntos. Da página Ariano Suassuna.
O Auto da compadecida foi musicado por José Siqueira maestro e compositor.
Está no texto.

QUE PAÍS É ESTE

Lamentavelmente, vivemos em um país literalmente surreal, onde episódios diuturnos infernizam a população.
Com a pandemia do se alastrou de forma alarmante o número de mortos
Quase tudo não é levado a sério.
O povo largado a própria sorte.
Notícias desencontradas.
Mídia sensacionalista.
Os três poderes confusos.
Fazem -se leis e a seguir revogam.
Interpretações diversas mesmo com súmulas vinculantes.
Processos mal analisados.
Uma verdadeira insegurança jurídica.
Advocacia relegada a segundo plano.
Burocracia infernal.
É o caos absoluto.
Caímos para o quarto mundo.
Até a nossa água entregaram.
Já foi muita coisa.
Vai mais.
O povo também foi entregue ao Deus dará.