A condenação de Lula é mais um fato político do que jurídico.
Pelo apresentado na imprensa a defesa foi convincente em rebater os argumentos do Ministério Público.
Fica uma sensação de que as provas da acusação não foram convincentes a ponto de formar um juízo de culpabilidade.
Tanto que o magistrado deixou o ex- presidente em liberdade, coisa que não costuma fazer.
Deixou a questão para ser decidida em instâncias superiores, claro, justificando sua decisão.
Não ousou como costuma fazer.
É complexo julgar sob o crivo da opinião pública.
Até onde acompanhei não vi nada no confronto das provas que o pudesse condenar.
Este julgamento tem um viéis político maior do que o jurídico.
Não é bom que seja assim.
Quando a política adentra ao judiciário a justiça claudica.
Aguardemos os próximos desdobramentos.
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