O governo Bolsonaro conseguiu a proeza de quebrar uma tradição brasileira.
Vacinar a população com eficiência.
Começando por uma discriminação ideológica contra o país que mais investe no Brasil, retirou a vacina Coronavac do rol da lista das prováveis.
Fez um acordo com a vacina produzida pela Universidade de Oxford que se atrasou no teste.
Agora sob intimação judicial apresenta um plano capenga, sem data para começar.
Outros países já estão na nossa frente com um plano antecipado, estudado.
Já morreram milhares de pessoas e vão continuar a morrer por causa de uma pessoa, o Presidente da República, que parece não acreditar na ciência e administra o país sem pragmatismo político, e, neste caso, em especial com total incompetência.
Até politicamente erra por que Dória, governador do Estado mais poderoso da federação vai começar a vacinar em 15 de janeiro, queira ou não Bolsonaro.
Perde no campo político.
Ao fim de tudo perde a saúde.
A economia.
E ao fim de toda esta panacéia o dono da casa.
O mandante.
O povo.
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